Sonho,mas não parece.
Nem quero que pareça.
É por dentro que eu gosto que aconteça
A minha vida.
Íntima, funda, como um sentimento
De que tem pudor.
Vulcão de exterior
Tão apagado,
Que um pastor
Possa sobre ele apascentar o gado.
Mas os versos, depois,
Frutos do sonho e dessa mesma vida,
É quase à quase queima roupa que os atiro
Contra a serenidade de quem passa.
Então, já não sou que testemunho
A graça
Da poesia:
Ela, prisioneira,
Que, vendo a porta da prisão aberta,
Como chispa que salta da fogueira,
Numa agressiva fúria se liberta.
domingo, 22 de janeiro de 2012
sexta-feira, 20 de janeiro de 2012
O FIM DO DIA.....
O fim do dia, tem uma certa magia.
Tudo é tão sereno, quando a tarde cai
E o dia, por fim repousa.
O rio, anda lento.
Como se se dirigisse para a cama,
em passo sonolento.
As andorinhas despedem-se
Com voos picados e lamentos.
As estrelas já vão povoando o céu
E o silêncio anuncia-se!
É hora dos nocturnos despertarem!
quinta-feira, 12 de janeiro de 2012
Eu....
Sou oscilante. Às vezes sou luz, às vezes erro, outras vezes sou incrível! Eterna inconstante... Amo infinitamente! Apaixono-me e enlouqueço de corpo, alma e mente. Não sou perfeita nem dona da verdade, mas sou dona de mim e da minha vontade. Espalho a minha essência no ar e e digo o que a minha alma grita... Goste quem gostar! Sou alguém com quem se pode contar sempre, alguém que faz rir e também chorar pq sou transparente, sou verdadeira. Amiga, amante, guerreira... Dou a mão, dou colo, dou abraço e dou o coração pq não sei amar pouco, ser pouco, dar pouco. Sou uma mulher que se conhece e se permite. Alguém que ousa e arrisca. Uma mulher que ri, que chora, que ama!
domingo, 8 de janeiro de 2012
Para ti meu amigo/a...
Tu não complicas, não empreendes, não te assustas, não te baralhas, não te esqueces, e quando te perdes é de propósito.
Imagino-te sempre como agora e tenho quase a certeza que nunca envelhecerás, porque guardas o segredo da felicidade, viver um dia atrás do outro, sem pedir mais ao mundo do que paz e alegria.
Ajudas-me a conjugar o verbo aceitar, ensinas-me a praticar o verbo esperar, e tens sempre paciência para mim.
Limpas-me as lágrimas quando imagino que o mundo vai acabar só porque não é tudo como quero e quando quero.
Obrigas-me a ser feliz com o que tenho, em vez de viver com a cabeça sempre enfiada no futuro.
És mais sábio do que eu e sabes muito bem que o futuro só existe na cabeça das pessoas complicadas, que gostam de tornar a própria existência difícil.
Por isso, peço-te que nunca percas essa capacidade de me sacudir e de me fazer rir, de me pôr a dançar e a dizer disparates.
A vida só pode ser compreendida olhando-se para trás; mas só pode ser vivida, olhando-se para frente.
Imagino-te sempre como agora e tenho quase a certeza que nunca envelhecerás, porque guardas o segredo da felicidade, viver um dia atrás do outro, sem pedir mais ao mundo do que paz e alegria.
Ajudas-me a conjugar o verbo aceitar, ensinas-me a praticar o verbo esperar, e tens sempre paciência para mim.
Limpas-me as lágrimas quando imagino que o mundo vai acabar só porque não é tudo como quero e quando quero.
Obrigas-me a ser feliz com o que tenho, em vez de viver com a cabeça sempre enfiada no futuro.
És mais sábio do que eu e sabes muito bem que o futuro só existe na cabeça das pessoas complicadas, que gostam de tornar a própria existência difícil.
Por isso, peço-te que nunca percas essa capacidade de me sacudir e de me fazer rir, de me pôr a dançar e a dizer disparates.
A vida só pode ser compreendida olhando-se para trás; mas só pode ser vivida, olhando-se para frente.
Se eu e tu...
Se eu fosse peixe e tu fosses mar
nadava por dentro de ti
e vivia no teu corpo.
Se eu fosse pássaro e tu fosses ar
cortava-te como uma flecha
sem nunca te magoar.
Se eu fosse sol e tu fosses neve
em rio te transformava
e havias de ver o mar.
Se eu fosse chuva e tu fosses terra
cresciam de um dia para o outro
as flores na tua pele.
Se eu fosse vento e tu fosses vela
levava te a ver o mundo
por sobre ondas do mar.
"João Pedro Mésseder"
nadava por dentro de ti
e vivia no teu corpo.
Se eu fosse pássaro e tu fosses ar
cortava-te como uma flecha
sem nunca te magoar.
Se eu fosse sol e tu fosses neve
em rio te transformava
e havias de ver o mar.
Se eu fosse chuva e tu fosses terra
cresciam de um dia para o outro
as flores na tua pele.
Se eu fosse vento e tu fosses vela
levava te a ver o mundo
por sobre ondas do mar.
"João Pedro Mésseder"
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