domingo, 8 de janeiro de 2012

Para ti meu amigo/a...

Tu não complicas, não empreendes, não te assustas, não te baralhas, não te esqueces, e quando te perdes é de propósito.

 Imagino-te sempre como agora e tenho quase a certeza que nunca envelhecerás, porque guardas o segredo da felicidade, viver um dia atrás do outro, sem pedir mais ao mundo do que paz e alegria.
Ajudas-me a conjugar o verbo aceitar, ensinas-me a praticar o verbo esperar, e tens sempre paciência para mim.
Limpas-me as lágrimas quando imagino que o mundo vai acabar só porque não é tudo como quero e quando quero.
Obrigas-me a ser feliz com o que tenho, em vez de viver com a cabeça sempre enfiada no futuro.

És mais sábio do que eu e sabes muito bem que o futuro só existe na cabeça das pessoas complicadas, que gostam de tornar a própria existência difícil.
Por isso, peço-te que nunca percas essa capacidade de me sacudir e de me fazer rir, de me pôr a dançar e a dizer disparates.
A vida só pode ser compreendida olhando-se para trás; mas só pode ser vivida, olhando-se para frente.

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